<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Henrique Rodrigues</title>
	<atom:link href="http://www.henriquerodrigues.net/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.henriquerodrigues.net</link>
	<description>escritor</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Feb 2012 10:46:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
		<item>
		<title>sobre Eloá, Nayara e Lindemberg</title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/247</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/247#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 10:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=247</guid>
		<description><![CDATA[Assim como ocorreu com muitas pessoas, em 2008 fiquei bastante arrasado com esse caso. Na época, fiz essa crônica para tentar suportar o sentimento. ELEGIA DA PAIXÃO DESMEDIDA “O amor não deixa sobreviventes.” Nelson Rodrigues Semana passada um jovem sequestrou &#8230; <a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/247">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como ocorreu com muitas pessoas, em 2008 fiquei bastante arrasado com esse caso. Na época, fiz essa crônica para tentar suportar o sentimento.</p>
<p>ELEGIA DA PAIXÃO DESMEDIDA</p>
<p>“O amor não deixa sobreviventes.” Nelson Rodrigues</p>
<p>Semana passada um jovem sequestrou a ex-namorada, que acabou morrendo. Não foi a primeira vez que a população pôde acompanhar ao vivo um crime no caldeirão da fervura urbana. Tampouco é inédito que todos os meios de comunicação ponham foco num único fato devido à audiência certa. No mesmo conjunto, seqüestro com morte por ação questionável da polícia também não é novidade. Não me interessa a (falta de) ação das autoridades etc. No mesmo dia em que acabou o incidente, vi que os civis e militares estavam se batendo em São Paulo, então é melhor deixá-los assim e assumirmos que não dão conta de pôr ordem na realidade. Se a polícia não se entende, não sou eu quem vai entendê-los.</p>
<p>No entanto, algo nesse episódio me comoveu de forma inesperada, como se ali estivessem contidas algumas senhas e chaves para o entendimento desse mundo caduco. Alguns aspectos são bem simbólicos em tudo o que ocorreu, que para mim caracterizam o caso como uma tragédia das mais clássicas.</p>
<p>Essa rede simbólica já começa com os nomes dos envolvidos, cuja etimologia aponta para alguma possibilidade de atribuir sentido ao fato. Eloá, nome de origem hebraica, é uma das formas de se pronunciar o nome de Deus; Lindemberg era um nome comum entre nazistas; a amiga Nayara, em grego, significa “aquela que comanda”.</p>
<p>As tragédias gregas se baseavam na idéia de que o herói ultrapassou o seu métron, que seria o limite de cada um, e cometia a hybris, um tipo de orgulho desmedido. Por isso, deveria sofrer a hamartía, a punição divina, que no caso do teatro clássico possuía um fim didático, servindo para mostrar ao povo que certos espaços não podiam ser ultrapassados.</p>
<p>Terminado o namoro, Lindemberg não teve a experiência necessária para entender que o amor acaba. Embora sete anos mais velho, amou Eloá de forma imatura. Vítima da perspectiva adolescente, via o mundo como possibilidade ilimitada, o tempo como distância de eternidade e a paixão como mergulho infinito. O amor sempre exige a transcendência, quer expansão. Uma vez que não seja possível expandi-lo via conquista, lança-se mão dos artifícios de domínio.</p>
<p>Essa hybris de Lindemberg o fez tomar por força o seu objeto de devoção e culto, sua manifestação divina encarnada numa jovem.  Mesmo sem antecedentes criminais, foi necessário entrar no território do comportamento criminoso pelo descontentamento com a rejeição. Lindemberg invadiu o espaço da liberdade alheia para impor os seus desejos. O amor se converteu na sua face mais doentia, a da falsa sensação de posse – porque ainda hoje há quem creia na idéia de se ter algo ou alguém como um objeto -, em detrimento da cessão e da troca.</p>
<p>Ao matar Eloá, Lindemberg assassinou o que o aproximava de Deus. Quis dominar o que não se presta a ter dono: Deus e a mulher. À amiga Nayara, aquela que comanda, restou a tentativa de mediar o conflito, tendo exercido de fato a indevida função de negociadora, porém foi silenciada com um tiro na boca. Impotente, a polícia silenciou o seqüestrador com balas falsas.</p>
<p>Apontar culpados é antes procedimento jurídico ou necessidade de justiça do que se assumir que nesse tipo de caso todos acabam sendo vítimas. Parece que Lindemberg não sabe ainda que sua ex-namorada morreu. Quando souber, vai sentir a sua hamartía, e provavelmente terá a dura ciência de que nunca mais poderá amar e ser amado de forma minimamente sadia.</p>
<p>É preciso lucidez e maturidade para se despedir, inclusive do amor. Lindemberg, Eloá e Nayara nos fazem lembrar que o aspecto trágico da condição humana nos situa na dimensão da finitude, e que esse é o intervalo que foi reservado para a manifestação da nossa intensidade.</p>
<p>E por não compreender o tempo da ausência, esse rapaz nem pôde aprender que o amor também é abnegação – e às vezes requer apenas tocar a vida e deixar a moça ir embora para sempre.</p>
<p>Rio, 21/10/2008.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/247/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/242</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/242#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 01:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=242</guid>
		<description><![CDATA[Em 2011 publiquei livro novo, visitei muitas escolas (inclusive aquelas onde estudei), ministrei palestras e oficinas, papeei com uma penca de leitores maravilhosos. Se 2012 for tão bom quanto, já será ótimo. Feliz Ano Novo, pessoal. Vai aí um poema &#8230; <a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/242">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2011 publiquei livro novo, visitei muitas escolas (inclusive aquelas onde estudei), ministrei palestras e oficinas, papeei com uma penca de leitores maravilhosos. Se 2012 for tão bom quanto, já será ótimo. Feliz Ano Novo, pessoal.</p>
<p>Vai aí um poema que fiz há uns anos sobre o assunto.</p>
<p>O GRÃO DA AMPULHETA</p>
<p>O que se foi já foi, embora esteja<br />
Tão perto, aqui do lado, cutucando<br />
A beira da memória, justo quando<br />
Pensamos ter vencido essa peleja.</p>
<p>O que passou passou, mas ainda passa.<br />
E por passar ainda, permanece<br />
Um fardo, um cheiro, um grão que amadurece<br />
À medida que o tempo se esfumaça.</p>
<p>É um ano novo, um novo calendário,<br />
Novo verão &#8211; porém a mesma aurora<br />
De um futuro que sempre se inicia.</p>
<p>E é assim que o tempo passa: imaginário.<br />
Como quem morre e nasce a cada dia,<br />
Como quem chega enquanto vai-se embora.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/242/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/234</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/234#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 12:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=234</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; No próximo sábado vou fazer leitura e lançamento do Sofia e o dente de leite em Curitiba, na Bisbilhoteca. Todos dizem que é um espaço bem legal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/234/sofia-convite-curitibaw" rel="attachment wp-att-233"><img class="alignleft size-full wp-image-233" title="sofia convite CuritibaW" src="http://www.henriquerodrigues.net/wp-content/uploads/2011/11/sofia-convite-CuritibaW.jpg" alt="" width="374" height="336" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No próximo sábado vou fazer leitura e lançamento do <em>Sofia e o dente de leite</em> em Curitiba, na Bisbilhoteca. Todos dizem que é um espaço bem legal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/234/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Papo sobre humor</title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/222</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/222#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 12:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=222</guid>
		<description><![CDATA[Hoje vou mediar o papo sobre crônicas de humor &#8211; assunto que muito me interessa &#8211; com os grandes Tutty Vasquez e Marcelo Madureira. Aparece lá. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/222/debates-paixao-de-leflyer-r" rel="attachment wp-att-223"><img class="alignleft size-full wp-image-223" title="debates paixão de leflyer r" src="http://www.henriquerodrigues.net/wp-content/uploads/2011/11/debates-paix%C3%A3o-de-leflyer-r.png" alt="" width="710" height="443" /></a></p>
<p>Hoje vou mediar o papo sobre crônicas de humor &#8211; assunto que muito me interessa &#8211; com os grandes Tutty Vasquez e Marcelo Madureira. Aparece lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/222/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De volta à escola</title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/211</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/211#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 18:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=211</guid>
		<description><![CDATA[Se visitar escolas como autor já é legal, imagina ir naquela onde estudamos há mais de 20 anos? Nesta semana, estive no Ciep Adão Pereira Nunes, em Irajá. Meu irmão e eu estudamos lá entre 1986 e 88 (uma eternidade!), &#8230; <a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/211">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-212" title="henrique Rodrigues1" src="http://www.henriquerodrigues.net/wp-content/uploads/2011/10/henrique-Rodrigues1.jpg" alt="" width="500" height="373" /></p>
<p>Se visitar escolas como autor já é legal, imagina ir naquela onde estudamos há mais de 20 anos? Nesta semana, estive no Ciep Adão Pereira Nunes, em Irajá. Meu irmão e eu estudamos lá entre 1986 e 88 (uma eternidade!), e foi a melhor escola onde estudei. Não sei se porque éramos muito novos ou se o projeto do Ciep estava no auge &#8211; a escola tinha todos os recursos materiais e humanos, e tudo funcionava -, mas o que ficou para mim foi a educação em nível de excelência.</p>
<p>Assim como eu, a escola está mais velha, mas mantém o mesmo espírito. Se cresci, ela diminuiu um pouco, mas estávamos lá. Fui muito bem recebido pela coordenadora Gisele e a diretora Ademilda. Almocei/merendei (o mesmo gosto bom!) e depois fiz umas três sessões de leitura para a garotada. A escola hoje só funciona como Ensino Fundamental, então li os meus livros infantis e papeei com aqueles meninos tão parecidos comigo. E foi realmente uma identificação. O menino Henrique estava ali com eles. Quando me perguntaram qual era o meu sonho, respondi que era ser escritor, fazer o que estava fazendo ali.</p>
<p>Sou muito grato ao Ciep Adão Pereira Nunes, com seus alunos e professores maravilhosos, por serem parte da minha história.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/211/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>AI DE TI, BARRA DA TIJUCA!</title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/206</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/206#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 01:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[crônica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=206</guid>
		<description><![CDATA[No final da década de 50 fez muito sucesso uma crônica do mestre Rubem Braga, intitulada “Ai de ti, Copacabana!”, na qual o bairro teria um fim apocalíptico. A Princesinha do Mar não foi destruída, mas sua decadência hoje evidente &#8230; <a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/206">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final da década de 50 fez muito sucesso uma crônica do mestre Rubem Braga, intitulada “Ai de ti, Copacabana!”, na qual o bairro teria um fim apocalíptico. A Princesinha do Mar não foi destruída, mas sua decadência hoje evidente confere ao texto um tom semiprofético. Como dizem que a Barra da Tijuca equivale à Copacabana dos anos dourados — na verdade, nem de longe — fica aqui registrada também uma crônica equivalente, guardadas as devidas proporções (tanto dos bairros quanto dos cronistas).</p>
<p>1. Ai de ti, Barra da Tijuca, pois tua orla em forma de sorriso parece uma boca chorosa quando vista do oceano.</p>
<p>2. Ai de ti, Barra da Tijuca, porque não tens o glamour daquela que queres imitar, nem a grandiosidade original dos seus habitantes.</p>
<p>3. Ai de ti, Barra da Tijuca, porque tua praia revoltosa irá consumir as ruas, e as ondas que tanto divertem os surfistas serão como dentes impetuosos.</p>
<p>4. E tudo quanto foi aterrado tornará a ser domínio de Iemanjá, pois o mar vai ceder seu corpo à lagoa de Marapendi, e ambos se abraçarão para reconquistar o espaço que lhes pertence.</p>
<p>5. E os teus emergentes virão à tona, estáticos, tal como as dejeções dos teus canais de esgotos irregulares.</p>
<p>6. Grandes são teus shoppings, mas cartão de crédito algum pagará a isenção das águas, que os tomarão totalmente despreocupadas com as aparências.</p>
<p>7. Ai daqueles que, bêbados, cruzam as Américas e a Sernambetiba nos seus carros importados, porque pensarão ser delírio quando virem as pistas alagarem-se, e nesse momento de nada valerão os motores possantes.</p>
<p>8. E os pampos nadarão nas casas dos condomínios, sem terem de se identificar na portaria sob os holofotes dos porteiros engravatados.</p>
<p>9. E serão em vão os esforços dos empreendedores em transformar, às pressas, a Terra Encantada num parque de águas, pois essas mesmas pessoas serão levadas junto com as instalações.</p>
<p>10. Ai de ti, Barra da Tijuca, porque os teus altos prédios com nomes em inglês se esfacelarão; já recebeste o aviso, mas ignoraste, e por isso tais estruturas retornarão do pó ao pó, da areia à areia.</p>
<p>11. E após a reconquista das águas nenhum idioma se imporá ante olhos e ouvidos impressionáveis, pois na calmaria submersa reinará o silêncio, a mais universal das línguas.</p>
<p>12. E tua Estátua da Liberdade revelar-se-á também um monumento descartável, tendo o corpo dissolvido ao breve toque da comoção fluida.</p>
<p>13. Pois grande tem sido a tua vaidade, Barra da Tijuca; por isso teus poucos refugiados procurarão com humildade abrigo na Cidade de Deus e no Rio das Pedras, e estes os acolherão.</p>
<p>14. Malha artificialmente em academias, ri com luxúria pela noite enquanto tens tempo, bronzeia-te do Quebra-Mar à Pedra da Macumba, porque em breve conhecerás a devastação e a fúria. Curte o teu último <em>point</em>, Barra da Tijuca!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/206/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Roteiro Literário &#8211; Páginas de Copacabana</title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/197</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/197#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 16:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=197</guid>
		<description><![CDATA[Amanhã sairemos de Copacabana para uma caminhada literária. Sou um dos curadores do projeto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/197/roteriosliterarios_virtual" rel="attachment wp-att-198"><img class="aligncenter size-full wp-image-198" title="ROTERIOSLITERARIOS_virtual" src="http://www.henriquerodrigues.net/wp-content/uploads/2011/10/ROTERIOSLITERARIOS_virtual.jpg" alt="" width="800" height="516" /><strong></strong></a></p>
<p>Amanhã sairemos de Copacabana para uma caminhada literária. Sou um dos curadores do projeto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/197/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como se faz um livro?</title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/193</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/193#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 12:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=193</guid>
		<description><![CDATA[A Ciência Hoje das Crianças entrevistou algumas pessoas sobre todas as etapas de criação de um livro. Dei um pequeno depoimento. E reitero: as crianças são os melhores leitores de poesia que temos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Ciência Hoje das Crianças entrevistou algumas pessoas sobre todas as etapas de criação de um livro. Dei um pequeno depoimento.<br />
<object width="420" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/f2-8WwAGpN0?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/f2-8WwAGpN0?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
E reitero: as crianças são os melhores leitores de poesia que temos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/193/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cosme e Damião</title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/178</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/178#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 12:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=178</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; É dia de pegar doce! Então chama o Seu Glicério, Convoca a Dona Dulcina, Acorda também a Mel! (Nenhum deles tem diabetes.) Se eu fosse um livre-docente Ou se mais moleque fosse, Largava este &#8230; <a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/178">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.henriquerodrigues.net/archives/178/doces-de-cosme-e-damiao-300x224" rel="attachment wp-att-179"><img class="alignleft size-full wp-image-179" title="Doces-de-Cosme-e-Damião-300x224" src="http://www.henriquerodrigues.net/wp-content/uploads/2011/09/Doces-de-Cosme-e-Dami%C3%A3o-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É dia de pegar doce!<br />
Então chama o Seu Glicério,<br />
Convoca a Dona Dulcina,<br />
Acorda também a Mel!<br />
(Nenhum deles tem diabetes.)<br />
Se eu fosse um livre-docente<br />
Ou se mais moleque fosse,<br />
Largava este poema diet<br />
E ia correr atrás de doce&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/178/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Domingo na Travessa do Barra Shopping</title>
		<link>http://www.henriquerodrigues.net/archives/167</link>
		<comments>http://www.henriquerodrigues.net/archives/167#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 13:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.henriquerodrigues.net/?p=167</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; E saiu na coluna do Ancelmo Gois de hoje, no Globo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.henriquerodrigues.net/?attachment_id=173"><img class="alignleft size-medium wp-image-173" title="convite_sofiat2" src="http://www.henriquerodrigues.net/wp-content/uploads/2011/09/convite_sofiat23-400x255.jpg" alt="" width="400" height="255" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E saiu na coluna do Ancelmo Gois de hoje, no Globo:</p>
<p><a href="http://www.henriquerodrigues.net/?attachment_id=176"><img class="alignleft size-full wp-image-176" title="001" src="http://www.henriquerodrigues.net/wp-content/uploads/2011/09/0015.jpg" alt="" width="247" height="113" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.henriquerodrigues.net/archives/167/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

