biografia e contato

Henrique Rodrigues nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 1975. Formou-se em Letras pela UERJ, cursou especialização em Jornalismo Cultural, também na Uerj, mestrado e doutorado em Literatura na PUC-Rio. Trabalha no Sesc Nacional, como analista em literatura, coordenando projetos de incentivo à leitura e circulação de manifestações literárias, como o Prêmio Sesc de Literatura e o Arte da Palavra – Rede Sesc de Leituras. De frente para trás, já foi coordenador pedagógico do programa Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia, superintendente pedagógico da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, pesquisador da Cátedra Unesco de Leitura da PUC-Rio, professor de literatura, balconista de videolocadora e atendente de lanchonete.

É autor do livro de poemas A musa diluída (Record, 2006), Versos para um Rio Antigo (infantil, Pinakotheke, 2007), Machado de Assis: o Rio de Janeiro de seus personagens (juvenil, Pinakotheke, 2008), O segredo da gravata mágica e O segredo da bolsa mágica (infantil, ambos pela Memória Visual, 2009) e Sofia e o dente de leite (infantil, Memória Visual, 2011), Alho por alho, dente por dente (com André Moura; infantil, Memória Visual, 2012), do romance O próximo da fila (Record, 2015 – publicado na França em 2018, “Au suivant”, Anacaona Editions) , Palavras pequenas (infantil, Bazar do Tempo, 2016), O pé de meia e o guarda-chuva, (infantil, Malê, 2017) .

É coautor do livro Quatro estações: o trevo (independente, 1999) e participou das antologias Prosas cariocas: uma nova cartografia do Rio de Janeiro (Casa da Palavra, 2004), Dicionário amoroso da Língua Portuguesa (Casa da Palavra, 2009), Escritores escritos (Flâneur, 2010), Humor Vermelho vol. 2 (Vermelho Marinho, 2010), Brasil-Haiti (Garimpo, 2010), Amar, verbo atemporal (Rocco, 2012) e Vou te contar: 20 histórias ao som de Tom Jobim (Rocco, 2014).

É organizador e coautor de Como se não houvesse amanhã: 20 contos inspirados em músicas da Legião Urbana (Record, 2010) e O livro branco: 19 contos inspirados em músicas dos Beatles + bonus track (Record, 2012) e “Conversas de botequim: 20 contos inspirados em canções de Noel Rosa” (com Marcelo Moutinho. Mórula, 2017).

contato@henriquerodrigues.net

 

11 Responses to biografia e contato

  1. André Moura

    Henrique Rodrigues é meu grande amigo. Apesar de não passar de um metro e oitenta.
    Henrique Rodriques é um cara muito engraçado. Mas deve ter dias de tristeza e raiva. Aí, ele escreve e volta a ficar um Henrique Rodrigues novinho em folha.
    Henrique Rodrigues é um escritor muito bom, que domina ao mesmo tempo a técnica cerebral da métrica e a verve do improviso que brota do coração.
    Henrique Rodrigues é um cara maneiro. E não se fala mais nisso.

  2. Gostaria que vc lesse o conto que escrevi, inspirado na música 29 da Legião Urbana

    29
    “Quando você deixou de me amar aprendi a perdoar e a pedir perdão”

    Ela era alguém com muito medo . Ele queria ir na parte mais funda do mar, todavia seu sonho sempre foi voar. Foi em um desses mergulhos que se conheceram , pois ela mesmo sentindo medo, às vezes se aventurava, porém quando se encontraram, foi como se ambos tivessem ido à superfície e encontrado uma balança , um equilíbrio perfeito. Bem, perfeito ao menos naquela fração de segundos.
    Eles aprenderam a flutuar, conheceram lugares e paisagens novas, viram coisas que mesmo depois de anos, mesmo passando longe reconheceriam no ato.
    Foi junto dela que descobriu sobre o acasalamento de espécies em águas profundas , assim ocorre quando a fêmea escolhe um entre vários machos e começa com algumas mordidas no pescoço e nos ombros. A fecundação é interna, o macho introduz o órgão reprodutor masculino no órgão copulado feminino, porém se ambos não tiverem experiência, primeiramente, ficam só a dançar juntos no fundo do mar, até os corpos se encaixarem,naturalmente, de tanto um descobrir o outro. E assim se deu também com eles.
    Talvez quem esteja lendo, acredite que há uma monotonia como todos os casos de amor em que todos são extremamente felizes. Pois não era assim. A balança quase nunca estava no meio. Quando um estava muito lá em cima, imediatamente, o outro estava muito lá embaixo.
    Assim quando eles subiam muito,ela tinha pânico de altura e se recolhia, quando eles estavam muito lá embaixo, ele reclamava de estar distante do seu sonho de voar. Um sentia saudade do outro quando não se viam, mas equilibrar era quase como resolver uma equação de 3 grau.
    Mesmo assim, por muitas vezes, tentaram e nessas tentativas descobriram o mar juntos e mil coisas mais, dessas que a gente guarda como tesouro.
    Mas sempre chega o dia que mesmo temendo não se ter força para decolar sem o impulso do outro, não se tem como ficar. Ele decidiu voar como sempre quis, e foi feliz.
    Ela perdeu o medo de nadar , e dizem até que tenta pequenos vôos . porém não se encontram, aventuram- se sempre em direções opostas.

  3. Rosana Gonzaga

    Boa tarde, Henrique!
    Como Coordenadora Pedagógica da Escola Estadual Agrícola de Nova Friburgo gostaria de faze-lhe o convite para participar do Encontro Técnico de nossa escola a ser realizado nos dias 21,22, e 23 de outubro. Essa escola está situada no Município de Nova Friburgo e 99% doa alunos são filhos de pequenos agricultores da região. Pessoas que, como todo pequeno agricultor, passam anônimas na sociedade mas que garantem a alimentação da maior parte da população brasileira.

  4. Oi Henrique! Você vende seus livros? Fiquei interessada em Como se não houvesse amanhã. Suas resenhas são ótimas.! Bjs Andreia wwww.mardevariedade.com

  5. Óh:*

    Sou Rodrigo e escrevo do RS.
    O ‘conheci’ hoje – no programa SALTO PARA O FUTURO; e a sua trajetória emociona mesmo!
    Sobre o relato de “não ter luz e usar vela para ler”… bem tocante.
    Me fez lembrar da minha época estudantil/até alguns livros citados me lembrei. Alias tais usados na maioria como ‘extra classe’ eram bem tristes. E digo que “o preocupante seria a realidade”.
    Quanto a mim: também sou do RJ, embora resida no sul há tempos. Já pensei em fazer LETRAS (alias um dos meus pais fez).
    E temos praticamente a mesma idade (nasceste em 1975… mostra ser bem mais jovem!).
    É isso. Sucesso nos ensinamentos e trabalhos. Haver alguém assim até raro.

    Tchau,
    Rodrigo O Rosa

    * Depois soube que a baita ANA MARIA MACHADO era a entrevistada. Tinha até um livro dela quando criança.

  6. Nico Esposito

    Hi Henrique.

    I’m Nico, the guy who helped you to the Brussels-Midi station.

    Did you manage to catch your train?

    It was my pleasure to help you get there, so I hope you were on time.

    All the best!

    Nico Esposito

    • Henrique

      Hi Nico. I arrived just in time! Thanks for helped me! When I go back to Brussels, let’s take a coffee – or a bier!
      All the best, Henrique

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